Quem você vota para Presidente?
Dilma Rousseff
José Serra

Política, Poder e Opinião - UOL Blog

Política, Poder e Opinião


20/10/2010


Escritos do Professor Angêlo Emílio sobre as eleições!

 

A questão da alternância no poder é realmente importante, desde que ela ultrapasse o mero aspecto da alternância nos governos.
Quem está solidamente enquistado no poder, no Brasil, são diversos setores de grupos dominantes economicamente (apoiados por uma grande mídia oligopolista), que nos transformaram - segundo o historiador Eric Hobsbawm - num monumento mundial à injustiça social.
Os dois governos de Lula e o esperado governo de Dilma representam, sim, a possibilidade de transformar a alternância de governos numa pequena, mas significativa, alternância na balança de poder, à medida em que avançam políticas sociais que invertem o sentido exclusivista do comando do Estado desde.... sempre... no Brasil.
Então, para garantir a alternância no poder, ampliando seu exercício para a maior parte da sociedade, fique com Dilma. Sei que as suas intenções são as melhores, mas não é apoiando a campanha proto-fascista do srs. Serra/Índio (baseada nos piores atentados ao princípio do estado laico) e dando continuidade à liquidação do patrimônio público da nação (lembrai-vos do nefasto FHC), que chegaremos onde você quer. Para atingir seus objetivos mude seu voto.
Pela efetiva alternância no poder, vote DILMA.

 

Escrito por Márcio Macêdo Moreira às 12h15
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

19/10/2010


Koselleck e as eleições!

Existem dois conceitos que estão sendo usados amplamente nas universidades européias e esta entrando no Brasil agora: Espaço de experiência e horizonte de expectativa. É a partir do nosso espaço de experiência, ou seja, daquilo que experimentamos consciensiosamente e inconscientemente que não sentidos no presente e que não pode ter vindo do futuro, apenas do passado. Logo o nosso espaço de experiência está no governo FHC e Lula do qual nossos candidatos são representantes de seus ideais, Dilma foi ministra de Lula, Serra de FHC. A partir deste espaço de experiência abrimos nossos horizontes de expectativa, ou seja, nossos projetos para o futuro que podem ser vir do espaço de experiência. Então não podemos ser cegos para abandonar a Clio e dar um tiro no escuro, mas pensarmos num Brasil de oportunidades, igualdade social e desenvolvimento econômico. Um projeto de governo nunca é individual, é de um grupo de pessoas que ao ganharem autonomia (no Brasil esta autonomia se deu com o fim da ditadura) criam uma identidade, então, temos a identidade do PT e do PSDB. Nunca pedi voto pra Dilma e respeito que vota em Serra por seus motivos identitários que tanto falei aqui. Não me identifico com eles e também estou cansado de explicar o porque, porque meu espaço de experiência faz com que meu horizonte de expectativa seja votar em Dilma, quem vota em Serra possui um horizonte diferente do meu e ninguém possui um mesmo horizonte> Para saber mais leiam um livro denominado FUTURO PASSADO de Reinhart Koselleck!

Escrito por Márcio Macêdo Moreira às 19h39
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

CHICO BUARQUE NO ATO PRÓ-DILMA:

"Venho aqui reiterar meu apoio entusiasmado à campanha da Dilma. A forma de governar de Lula é diferente. Ele não fala fino com Washington, nem fala grosso com Bolívia e Paraguai. Por isso, é ouvido e respeitado no mundo todo. Nunca houve na História do país algo assim"

CENTENAS DE INTELECTUAIS LOTAM O TEATRO CASAGRANDE NO RIO. APOIO A DILMA SUPERA ATO PARA LULA EM 2002. TELÕES SÃO COLOCADOS NA CALÇADA PARA OS QUE NÃO CONSEGUIRAM ENTRAR

Marilena Chauí fez um dos discursos mais aplaudidos da noite; classificou os panfletos anti-Dilma como "obscenos". De Oscar Niemeyer a Leonardo Boff; de Chico Buarque a Elba Ramalho; de Emir Sader a Fernando Meirelles, a cultura brasileira em peso foi dizer sim à continuidade do governo Lula e não ao retrocesso obscurantista. Dilma em seu discurso agradeceu o apoio: “As músicas que ouvi e os livros que eu li estão aqui, com todos esses cantores e artistas". Ela defendeu o investimento em cultura e educação como elos indissociáveis de um verdadeiro processo de desenvolvimento: "Não existem formas de dar qualidade ao processo sem valorizar as pessoas. Para diminuir a desigualdade pela raiz é preciso gastar dinheiro com educação de qualidade, pagando professores de forma digna, não recebê-los com cassetetes”. A candidata agradeceu a Emir Sader, organizador do encontro, dizendo: 'Foi o ato mais lindo de toda a campanha'[saiba como participar: 'Inteligência brasileira se mobiliza contra Serra']


ATENTADO À LIBERDADE DE IMPRENSA: 
CAMPANHA DE SERRA IMPÕE CENSURA À REVISTA DOS TRABALHADORES 

TSE , obsequioso, manda recolher a edição da 'Revista do Brasil' sob alegação de apoio à candidatura Dilma. E o que diz a Folha? Aspas:... ligada à Central Única do Trabalhador (CUT), [a revista do Brasil] proibida de circular pela Justiça Eleitoral, por apresentar conteúdo favorável à campanha da presidenciável petista Dilma Rousseff, teve anúncios pagos pela estatal Petrobras e pelo Banco do Brasil..." A Veja não teve? Ah, a Folha, uma sentinela da isenção...

ENREDO PARA GARCIA MÁRQUEZ

Dom Bergonzini, bispo da extrema direita num país latinoamericano, encomenda 20 milhões de panfletos que simulam a chancela da Igreja católica para atacar e caluniar a candidata da esquerda nas eleições presidenciais. Um lote do material é descoberto na gráfica da irmã do coordenador da campanha adversária, encabeçada por um falso carola, um papa hostia de ocasião, apoiado pelos endinheirados e conservadores, cuja hipocrisia explode na figura da esposa, uma bailarina que fez aborto e acusa a adversária do marido de ser ' a favor de matar as criancinhas’. A imprensa sem escrúpulos resiste em perguntar: --De onde veio o dinheiro, Dom Bergonzini? Tampouco cogita indagar se o bispo e os donos da gráfica tem contato com outro personagem obscuro, um certo Paulo Preto --que o candidato da hipocrisia conservadora chama de 'Paulo afro-descendente'. Apontado como o caixa 2 da campanha da direita, Paulo desviou R$ 4 milhões, mas guarda segredos e fez ameaças, obrigando o líder a ir aos jornais e declará-lo um cidadão acima de qualquer suspeita.[Leia outras perguntas silenciadas]

(Carta Maior; 19-10)

Escrito por Márcio Macêdo Moreira às 11h34
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

13/10/2010


A natureza dos eleitores de Serra!

A melhor estatística está na casa dos brasileiros, inclusive na minha. O problema é que nosso país possui uma cultura política mesquinha de segregação social. Rico é rico e pobre é pobre, e quando o pobre é beneficiado pelo governo tanto quanto o rico, o que pensam que são riquinhos caem descendo pau... Têm medo de se misturar, dái chamar sem-terra de bandido porque foram expulsos de suas terras e chamar bolsista de vagabundo como se o Brasil não tivesse uma história de desigualdades sociais... Com o medo de se misturar a partir da igualdade social, eles votam Serra e não tem que mude isto, tá no sangue deles... O fato é que quem mais precisou do governo foi beneficiado. A taxa de miséria de 2004 caiu 8% em comparação a 2003, ano em que Lula tomou posse. Dava tempo de FHC fazer isto nos dois últimos anos de governo, mas não fez. Ainda segundo a PNAD, oito milhões de pessoas saíram da pobreza (classes D e E) ao longo do governo Lula. Medo e desconfiança... O fato é que essas pessoas que foram beneficiadas são maioria, daí Dilma está na frente nas pesquisas e Serra estar partindo para o jogo sujo fazendo a sua mulher chamar Dilma de matadora de criancinha, para vê se ganha o voto desses beneficiados... Repito, não adianta tentar explicar, a desconfiança e soberba fazem com que votem em Serra...


Escrito por Márcio Macêdo Moreira às 17h04
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

09/10/2010


ESTE TEXTO FOI ESCRITO POR UM AMIGO DE INFÂNCIA MEU: ONDE FORMAMOS UM GRUPO DE AMIGOS NO CNEC

MARCIO NÓS QUE PENSAMOS ASSIM SOMOS OS UNICOS BRASILEIROS QUE LUTARIAM PELA DEMOCRACIA DESSE PAIS, VOCÊ LEMBRA QUE QUANDO ERAMOS ESTUDANTES OS UNICOS QUE TINHAM CORAGEM SUFICIENTES ERAMOS NÓS PRA LUTAR CONTRA A DITADURA DENTRO DA CLASSE OU SEJA: ISSO É QUE DIFERENCIA OS COVARDES DE NÓS, OS REVOLUCIONARIOS SEMPRE EXISTIRÃO É COMO DISSE CHE GUEVARA: "As tantas rosas que os poderosos matem nunca conseguirão deter a primavera." SÓ DIGO UMA COISA MARCIO E VOCÊ SABE DISSO MAIS QUE EU ESSA HISTÓRIA DE COLOCAR RELIGIÃO X POLITICA SÓ EM COISA RUIN O BRASIL É UM PAIS LIVRE MAS VAI ACABAR ACONTECENDO O QUE HOUVE COM ANTIGA YUGOSLAVIA UMA VERDADEIRA GUERRA CIVIL, TÃO MEXENDO COM COISA RUIN QUANDO COMEÇAR AS DIFERENÇAS RELIGIOSAS VAI ACARRETAR EM XENOFOBIA POIS TODO MUNDO SABE QUE A MAIORIA DAS RELIGIÕES DO BRASIL VEM DE FORA AI MEU AMIGO VAI COMEÇAR O VERADEIRO INFERNO NO BRASIL , ESSES PESSOAL TA ENVENENANDO OS RELIGIOSOS CONTRA E ENVENTANDO CALUNIAS SÓ PRA GANHAR POLITICA E NÃO TA NEM AI PARA AS CONSEQUENCIAS JÁ SE ESQUECERAM DA REVOLUÇÃO DE 30 OU MUITOS ATÉ NEM SABEM O QUE É ISSO E TÃO ENTRANDO NA ONDA DOS CAPITALISTAS EU MORRO MAS NÃO ME JUNTO COM PORCOS CAPITALISTAS VIVA A DEMOCRACIA 

Escrito por Márcio Macêdo Moreira às 19h28
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

04/10/2010


UMA NOVA MENTALIDADE NA PARAÍBA


Tenho que narrar isto.

Em 1929 e 1930 o governador João Pessoa foi perseguido pelos coronéis do sertão, como ele estava fazendo uma mudança na mentalidade da Paraíba - do qual recebeu forte apoio de Campina Grande e João Pessoa - os coronéis organizaram uma revolta para tirá-lo do poder.


Claro que a história não se repete. Mas a maior dificuldade de João Pessoa era conseguir o apoio do sertão, das cidades pequenas, que estavam a sofrer sobre o poder dos coronéis (muitos que foram eleitos a AL são descendentes destes coronéis).


Ricardo Coutinho é o representante desta nova mentalidade que já chegou no Rio Grande do Norte, em Pernambuco e no Ceará. Um Estado forte, com técnicas de crescimento e respeito ao cidadão. Com empregos dados por concursos e incentivos fiscais as empresas e não por clientelismo.


Ontem foi um dia histórico: a Paraíba deu vitória à Ricardo Coutinho e uma change de trazer a velha mentalidade e a nova mentalidade ao debate. 


O Barão de Araruna vai ter que enfrentar o socialista! E mostrar o porque esse sistema é melhor!!!


O difícil é conquistar o voto do homem do campo, que possui uma mentalidade tradicional, não burra, pelo amor de Deus, mas tradicional. Da mesma forma que João Pessoa tentou fazer.


Mas uma coisa é certa, não vamos precisar de "um corpo" para conquistar a vitória!

A revolução vai vir das urnas, PARA QUE NINGUÉM DIGA DEPOIS que a justiça tem que definir o vencedor.


Paraibanos, chegou a hora da mudança! Reflita!  

 

Escrito por Márcio Macêdo Moreira às 12h23
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

29/09/2010


Cultura e poder em Raymond Williams - Parte I


 

            O conhecimento produzido por Raymond Williams pertence à uma cultura histórica britânica, de caráter marxista, que incluem historiadores como E. P Thompson, Eric Hobsbawm e Christopher Hill.

            A biografia de Raymond Williams nos ínsita a relacionar o seu tema de estudo à sua história de vida. Williams cresceu em meio a esquerda trabalhista britânica dos anos de 1930. Neto de agricultores e filho de um sinaleiro de estradas de ferro, as relações sociais vividas em sua família influenciaram em sua vida intelectual. No livro O Campo e a Cidade: na história e na literatura, Williams apresenta um pouco da história de sua família, que tanto o influenciou:

 

Quando eu nasci, meu pai era um sinaleiro (...) e porém continuava um aldeão, com seus jardins e suas abelhas, levando frutas e legumes ao mercado (...). Como seu pai, ele nascera naquela terra, porém – como seu pai – não podia viver nela. Joseph, meu avô foi lavrador até a meia idade; então perdeu o emprego e a casa; e foi trabalhar na estrada que ia para Midland e outras cidade, corando folhas e limpando a pista[1].  

 

As dificuldades financeiras e a ambiguidade entre uma vida no campo e uma vida na cidade levaram Williams a ser um crítico da sociedade vigente. Após ser beneficiado com uma bolsa de estudo, Williams foi estudar em Cambridge, uma universidade da elite britânica. Mal entrara na universidade, ele foi recrutado pelo Partido Comunista.

            Após a Segunda Guerra Mundial, ao retornar para universidade, Williams se sentiu deparado com um “novo e estranho” mundo, que carregava com si, um vocábulo cada vez mais falado: “cultura”. Ao pesquisar a palavra “cultura”, Williams percebeu que seu significado tinha tido variações do começo do século XX à sua época[2].

            Sua pesquisa sobre o conceito ideológico de cultura foi posto em 1958 no livro Cultura e Sociedade: 1780-1950. A partir da articulação de cinco palavras – indústria, democracia, classe, arte e cultura – Williams percebeu transformações históricas dos significados das palavras, que referenciava a determinação ideológica de determinados grupos sociais. Ao dar ênfase à historicidade e a conceituação da palavra “cultura” Williams testemunhou numerosas alterações no “mundo social, econômico e político”  da Inglaterra.[3] 

            Durante o período que vai de 1780 a 1950, a palavra “cultura” sofreu alterações perante um período de desenvolvimento industrial e democrático na Inglaterra, assim como na Europa. Para entendemos estas alterações, vamos seguir os passos que a palavra “cultura” sofreu, segundo a descrição de Williams.

            A palavra “cultura”, tanto na língua inglesa como na francesa, antes do século XVIII, significava “cultivar”, no sentido agrário do termo. A partir do século XVII, o termo passou a ter um nível de complexidade maior, devido às mudanças ocorridas na Europa.  Estas mudanças foram perceptivas para consolidar um novo tempo, um tempo moderno. Por trás das cinco palavras trabalhadas em Cultura e Sociedade, escondia-se o que podemos chamar de modernidade – apesar deste termo não ter sido utilizado pelo Williams.

            No século XVIII, a palavra “cultura” passou a significar um “processo intelectual, espiritual e estético”. “Cultura” estava em ressonância com “Civilização”. Cultivar as artes e o espírito tinha o mesmo sentido de civilizar. O termo cultura possuía o sentido de disciplinar, educar. Estava relacionado ao idealismo iluminista francês e, conseguintemente, aos ideais da Revolução Francesa. Após a revolução na França, o significado de cultura passou a ser criticado pela filosofia alemã. Os alemães – principalmente o grupo literário Sturm und Drang – deram um novo significado para a palavra “cultura”. A palavra francesa cultur passou a ser grafada como kultur no alemão. A kultur alemã passou a fazer oposição à civilização dos franceses.

            Herder – membro do Sturn und Drang assim como Friedrich Schiller e o jovem Goethe – foram um dos pensadores que deram um novo significado à palavra. Ao criticar o tom universalista que os franceses deram a “cultura”, Herder pluralizou o termo. Para ele, não existia uma Cultura Universal, mas culturas que “brotam” em cada canto do mundo. Assim, cultura passou a significar um modo de vida particular: a cultura dos turcos, a cultura dos sapateiros, etc. O termo kultur desenvolveu-se no movimento romântico , ao enfatizar as culturas tradicionais e o folclore (folk). Da cultura como folk, surgiu o conceito de cultura popular.

            “Cultura”, a partir do século XIX passou a significar a identificação de grupos nacionais, logo cultura foi usado como mecanismo para formação dos Estados Nacionais, principalmente a Alemanha. Com o desenvolvimento industrial, “cultura” foi utilizado para significar o desenvolvimento humano do material; um novo termo surgia: cultura material. Antes, o que era a história da humanidade, ficou conhecido como a história do desenvolvimento material do homem. Assim, o termo cultura perdeu sua pluralidade e se generalizou.

            O significado da palavra “cultura”, falada na época em que Williams retornou da Segunda Guerra, era referente às praticas da “atividade intelectual e, particularmente, artística” [4]. A partir deste momento, a análise das relações sociais internas na palavra “cultura”, ganhou destaque teórico no próprio pensamento de Williams.

            Ao fazer uma nova abordagem do pensamento marxista, Williams possibilitou uma nova conceituação para a palavra “cultura”. Como afirma Maria Elisa Cevansco: “O trabalho de Williams é uma elaboração teórica da nova situação que possibilita a critica cultural marxista responder de forma produtiva as modificações da organização social” [5].

            


[1]  WILLIAMS, Raymond. O Campo e a Cidade: na história e na literatura. Tradução de Paulo Henriques Britto. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. p.15.

[2] WILLIAMS, Raymond. Palavras Chaves: um vocabulário de Cultura e Sociedade. Tradução de Sandra Guardini Vasconcelos. São Paulo, Boitempo. p.27 -30.

[3] WILLIAMS, Raymond. Cultura e Sociedade: 1780-1950. Tradução de Leônidas H. B. Hegenberg, Octanny Silveira da Mota e Anísio Teixeira. São Paulo: Editora Nacional, 1969. p.18.

[4] WILLAIMS, Raymond. Palavras-Chave... p. 121.


Escrito por Márcio Macêdo Moreira às 16h58
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

28/09/2010


Sujeitos históricos e política

Fazer política é opinar sobre nossos horizontes de expectativa sobre nossos espaços de experiência. Ou seja, é refletir sobre o nosso passado para buscarmos soluções cabíveis para diminuirmos as desigualdades sociais.

Como pesquiso sobre a história política no campo da história local, este será um tema freqüente para nosso debate. 

Abraços a todos!!!!!!!!!!!!!   

Escrito por Márcio Macêdo Moreira às 20h16
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Perfil



Meu perfil
BRASIL, Nordeste, Homem

Histórico

Outros Sites

Visitante Número